Arquivo para novembro, 2009

…No, woman no cry!…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , , on novembro 22, 2009 by Pandora Bezarius

Mulher

Mulher em imagens sem cor.
Doce, cativante num mistério,
Em cursas simétricas como a flor.
em sorrisos, Enigmáticos, sinceros…

Mulher bela em seu jeito,
Em gritos e silencio de sua dor,
EM sua alegria no canto de um beijos,
Os sonhos de menina em cada amor.

A beleza de sua forma
Singela e avassaladora em suas molduras.
Cada moldura um quadro, uma história,
Um conto de novas estruturas.

Delicada postura em diamante,
Sintilante brilho em cada riso.
Um detalhe necessãrio em todos os instantes.
Vida da vida – Bem que estimo!

Distintas mulheres, Diferentes mosáicos,
Cada peça, indecifrável;
De diferentes lugares e espaços,
O desenho perfeito indispensável!

(Jean Simon)

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….I’m do it again…

Posted in Queixumes with tags , on novembro 20, 2009 by Pandora Bezarius

Parece que ainda não estou pronto,

Ainda não sei dizer o certo,

Parece que ainda não sei o que escondo.

… E não estou nada perto!

Olha que ironia; eu que acreditava saber do que queria. De repente começo a duvidar do meu potencial. Acho que ainda nem deveria prosseguir! To cansada de não saber das coisas.

Não liga não! Estou só um pouco triste!….

How do I know? But it doesn’t feel natural. Feels too slow…

Posted in Versus Pandora's on novembro 13, 2009 by Pandora Bezarius

Pré-Dito

Quem pensas que sou,
Quando, a olhar-me, julgas saber,
Julgas dizer que sou e nada restou
E olhas furtando, soberbo, o meu prazer?
Pois achas impurezas e
Analisa-me as grandes destrezas,
E teimas em apontar o dedo em riste
Dizendo saber, dizendo tudo o que “ouviste”.
Então acredita em si e na sua esperteza
E nunca o que Eu julgo o ser,
Pois nem meu Eu ainda o sabe.
E ainda crê  no que dizes saber?
Olha no espelho a sua imagem,
Vê-de o que sobrou desta paisagem;
Um pouco de orgulho, um pouco de conceito…
O pouco de tudo. O pouco do pré, sem desvelo!…
Sou o que sou e não o que tu acreditas.
És o que és e não o que acredito…
– Somos, incodicionalmente, incógnitos
do que foi claramente Dito!

P.S.: Não que tenha sido ou dito, apenas aos que o tenham feito acreditar. Pode ser verdade ou não, tem que aprender a confiar!…

Posted in Queixumes with tags , on novembro 12, 2009 by Pandora Bezarius

“Tenho na face o despero escrito.

Todos me odeiam! – Quanto toco é pó!

Ai! Neste mundo tu me amaste, só,

E em paga desse amor tiveste  o inferno.”

(Fagundes Varela)

The Scenery for me Is a Different history…

Posted in Queixumes with tags , , , on novembro 12, 2009 by Pandora Bezarius

Sinto-me nostalgiada ao olhar o céu rubro. Penso coisas que jamais precipitaran en acontecer… De repente perco-me na estrada, aflita de dores e amargor. Um mundo de almas solitárias e lágrimas sintilantes! Imagino-me num bosque e a solidão consumindo o local – degustante: és minha dor! I won't stay here todayVosso amor murchou num mundo certeiro de rancor. Eu tento fugir deste mundo tentando me apagar, tanto aliviar minha dor – E que gosto teria esse sangue? Sou um pássaro preso, um pássaro solitário que jaz em prantos no seu profundo e profano leito do desgosto. Minhas trevas, meu coração quebrado… tu sangras e não gritas tua dor! Flameja no arvoredo de sombra malfadadas. Estou perante a minha sorte, a minha morte! Ela se aproxima de mim, trazendo-me vinho num cálice: – Vamos celebrar a mim, a minha sorte, a sua morte! Derramando o vinho sobre o corpo impuro, que jaz moribundo no chão do amargor e te contentas com o brilho fraco de tua mera alma. Mas engana-se brandamente… Tu vives mais e mais – Desgraçada vida!.. Eu grito! Tu não escuta? Não amo e tu bem sabes! Oh… Creio demente numa ilusão frenéticam alimentando meu sonho irreal. Faz-me olvidar do meu viver, que vibro diante do esquecimento e saúdo: – É tão bom esquecer!

I Don’t wanna be here…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on novembro 3, 2009 by Pandora Bezarius

tristeza

“I spike myself, I kick and scream.
I drag my feet, I won’t come clean,
I dead my weight and fall upon the page.
It feels so wrong the pressure’s on.
I can’t ignore it any longer,
I turn my clock to face against the wall.
Please be a phase that’s all.”

Sinto a matéria impura adoecer,
A sensação da doença penetrando devagar.
Sinto enjôo.. Sinto-me padecer
Da doença mais cruel que se pode profanar.
Qual o corpo pode morrer – cair!

Que destino, qual face, meus olhos podem resistir?
Sinto a alma entristecer, fraquejar
E a mente esquecendo de ditosos fatos.
E esta boca – malditos lábios – a praguejar
Nem cala com beijos, nem contam os atos.

Aqui se vê a grave doença do ser…
A impureza, a tristeza e todas as ezas!
Hoje correndo dos fatos, querendo esquecer,
Olvidar do fado, gritando a boca: – Esqueça!…
Quem sabe de viver, quem sabe de sentir.

Vive por saber. Apenas por existir…
Então há de saber de que padece o corpo:
– Destas loucuras que criam a mente.
Padece de dor,de amor! – Vejam que está morto!…
Anda por si só, anda sem saber o que sente.
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