Arquivo para janeiro, 2010

I can feel their laughter, so why do I sear?…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on janeiro 29, 2010 by Pandora Bezarius
“All the love gone bad turned my world to black”

Deserto de luz e sol,
Escuridão plena ao caminho,
Seguindo uma trilha sem norte,
Em direcão ao infinito,
Único e distorcido trilho,
De emoções incoerentes.
Desejando em ardência a morte.
E mesmo solitário, sigo…
O caminho errado e certo,
Em direcões opostas ao concreto.
É o elo; meu e seu,
A minha discrepante confusão…
Procurando, inerte, o sentido
Da minha discreta direção.

…..

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Senta aqui que hoje eu quero te falar…

Posted in Queixumes on janeiro 27, 2010 by Pandora Bezarius

Hoje eu acordei com uma sensação de que me faltava algo. De que o sonho ainda pudesse real, quem sabe!? Não existem mais esperanças e nem as quero mais! Minha mente nega qualquer tipo de sentimento. Mas não é algo que eu queria falar. Hoje senti falta de alguém, não importa quem, mas de alguém que pudesse estar do meu lado. Ainda tenho dificuldades de falar de outras coisas que não EU. Corre nesta mente os versos do ultra romantico. Quem sabe percebe, não é? Então há de me cmopreender que esta mente proporcia paixões platônicas e eis que sãoa s mais belas, puras e intocáveis. O erro, a culpa, ganancia, ciumes e mesquinharias não alcançam este tipo de sentimento. Mesmo o querer… não alcança… “uh baby… Sabe do que eu sinto saudades? Do seu sorriso de manhã e do quarto tão desarrumado…”

Queria ver no escuro do mundo…

Posted in Queixumes with tags , , , on janeiro 26, 2010 by Pandora Bezarius
Ser ao ser, maldito querer!
– Não sou, nem quero e nem vou…
Eis minha sugestão.

Eis momento de ternura,
Compactada em camadas de doçura,
Coberta pelo gelo da frieza.
Assim é, assim diz que sou!

Sei que digo não,
Há quem diga sim!
Hoje não quero, não me farão…
Assim é, assim diz que sou!

Simplesmente o digno ser,
O de ter que não possuo.
Há glorias que me faça crer:
– Posso e vou! Assim diz que sou!

Onde acreditas ser verdade,
No fundo brilha a ingenuidade.
Diante da frieza, a sensíbilidade é um escarnio.
É assim na verdade, assim eu o sou.

Nas mãos ásperas a maldade,
No peito frágil a sensíbilidade.
Pintado nos lábios a irônia,
Marcado na pálpebra o ingênuo que sou.

Assim é, assim diz que sou!
Meio ternura e gelo
Entre o sim e o não, o único elo.
É assim na verdade, assim eu o sou.

P.S.:” Quais são as cores e as coisas pra te prender? Eu tive um sonho ruim e acordei chorando, por isso eu te liguei! Será que você ainda pensa em mim?…

I’m going back to 505…

Posted in Queixumes on janeiro 17, 2010 by Pandora Bezarius
De porta em porta,
Saindo pela estrada,
Descendo as ladeiras das ruas…
Meio escura, meio esburacada…
Os pingos de chuva,
A fumaça dos lábios…
É São Paulo….
Um caos, cidade de loucos.
Correndo contra o tempo,
Na força do vento..
Sem dinheiro,
Contendo um isqueiro
Cadê o céu?…

The only things that i ever knew…

Posted in Versus Pandora's on janeiro 6, 2010 by Pandora Bezarius
…..
Às vezes confundo coisas diversas,
Palavras em confusão dispersas…
Há momentos de delírio e tontura,

Pensamentos conflituosos de ternura.
Quem vê, quem sente, quem escuta,
Quem lê não sabe da interna disputa
Da indecisão que alma permuta.
Olhai internamente a vossa mente
Descobrindo a impureza descrente.
Aqui existe, aqui meu Eu luta,
Inverso ao real da culpa.
O frio do corpo e das mãos
Culpa esta que expele os naos.
Cre em mim a alma impura,
Dos versos que nascem da tortura
Corrompendo o ingênuo véu
Que cobre o espectro céu.
Eis então intensa disputa
Do corpo que leve atua
Na obscura imensidão.
Assim crê a alma nesta ilusão.

P.S.: I can’t find my way, God I need a change..