Arquivo para fevereiro, 2010

Pra mim…

Posted in Versus Pandora's on fevereiro 27, 2010 by Pandora Bezarius

tem dias q nem falar a gnt consegue, e tem dias q ela nos persegue.
tem hrs q estando só eu qro q ela queira estar entre nós.
Tem hrs q entre nós eu sei ela queria estar só.
Tem hrs q se tranca e adormece.
Tem hrs q se esqce.
Tem vezes q briga.
Tem vezes q defende.
As vezes abre feridas.
Derruba o q tem na frente.
De sua boca saem palavras.
Porém saem borboletas da mente.
E eu nunca ligo muito se o q ela fala me ofende.
Pois eu sei o q ela sente.

E eu tb a amo.

By TamiMartins

Lições de Abismo…

Posted in Queixumes with tags , , , on fevereiro 23, 2010 by Pandora Bezarius

“Não, eu não estive esperando Eunice. Seria mais correto dizer que andei, que corri, que estive todo esse tempo errante, a procurar aquela que me viesse chamar pelo nome de infância, que me viesse dizer quem sou eu. Andei, andei, desorientado Parsifal, ‘pelos caminhos dos erros e das dores’. Em cogitações, em sonhos, em leituras longas, passei dias e noites a percorrer os caminhos percorridos, a interrogar poetas e filósofos – Saltando as idades, galgando distâncias – se algum deles acaso encontrara, caída no chão, a chave de minha vida. Ó sombra de minha mãe, quem me dirá de novo, ao ouvido, o nome que me deste? ‘como pude esquecê-lo? Como pude ser infiel a tudo? Nada mais vive em mim senão loucura e sombras.'” (CORÇÃO, p.18, 2004)

Why….?….

Posted in Queixumes with tags , , on fevereiro 19, 2010 by Pandora Bezarius

I take a walk outside

I’m surrounded by some kids at play

I can feel their laughter, so why do I sear

Oh, and twisted thoughts that spin round my head

I’m spinning, oh, I’m spinning
How quick the Sun can, drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything?

All the pictures have all been washed in black, tattooed everything
All the love gone bad turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I will be, yeah

Uh huh, uh huh, oh

I know someday you’ll have a beautiful life, I know you’ll be a star
In somebody else’s sky, but why, why, why
Can’t it be, can’t it be mine

Oh! não me chames coração de gelo!…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on fevereiro 17, 2010 by Pandora Bezarius
“Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!…
— Não negues,
Não mintas…
— Eu vi!…”
(Casimiro de Abreu)

 

 

Doce Quimera

(Jean Simon)

Ainda lembro como se fosse fragmentos de um sonho,
com pedaços do passado,
Embutido nos confins do vestigio traçado
pelas gentis verdades que exponho.
Aqui tenho em mãos o belo,
O delírio do amor, o nosso elo…
Tão frágil, tão quebrável
Quanto um vidro imprestável!…
Não tenho mais a dor de você.
Deixou-me assim que não pude mais te ver…
ou ao menos quando neguei,
Não quis, implorei: – Esquecerei!…

 

If you do want not do see me again, I would understand…

Posted in Queixumes on fevereiro 16, 2010 by Pandora Bezarius

Eu queria poder dizer o que eu sinto, mesmo que sem esperanças. Gostaria que soubesse por mim, que o que acontecue não foi algo tramada, premeditado.
Não tenho razões para ter esperanças, mas não queria deixar como estar; não por essa imagem!Eu sei das minhas chances nulas, mesmo querendo que não fosse.
Sei das minhas razões, das minhas vontades, do meu querer, mas sei que é algo totalmente fora de cogitação. Queria poder olhar mais uma vez, mesmo que de longe
o movimento dos teus passos, o levo sorriso no canto dos lábios. Não preciso ser correspondida, mas queria que fosse. Enfim, queria dizer que tanto pra mim, quanto pro resto,
meus atos são os mais inesperados. Quanta surpresa eu tive; que negação… Confesso não saber o motivo do por quê esse olhar me cativou. Espero que passe logo!

Como isso tudo foi acontecer?….

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on fevereiro 12, 2010 by Pandora Bezarius

Eu confesso que penso em loucuras,
Que sonho e finjo travessuras.
Confesso este louco apêlo,
E grito: – Demente e triste apêgo!
Confesso e não nego!
Aqui encontra a mão escrevendo,
Tecendo rimas, falando do que não temos!
E vê que Que são ditos, e esfrego
Na cara do espelho, E digo:
– São sonhos a resguardar..
Quem sabe um dia eu ainda possa te mostrar,
Meus versos, e meu caderno.
Sussurrando no teu ouvido,
Meus segredos deste inverno.
Eu tenho meus livros e meus cigarros,
Aquele trago detestável, Maldito pigarro!
Mas ei que eu nego meu trago,
Diga Alto e largo disto, farto!
Então, um dia eu confesso…
Meio em lágrimas, cristais espessos.
Até escrevo e dito meu segredo perverso,
Esperando ouvir um suspiro, teu, interno.
Mesmo eu, outrora esqueci-me de mim,
E perdi o ar, aos cheiros de jasmim…
Mais tarde confesso em vão,
Mesmo que escutes e diga: Não!

 

Digo coisas, mas não espero ações! Mesmo não estando em moites, exponho em emoções!

Não sei por que isso tudo começou…

Posted in Queixumes with tags , , , on fevereiro 10, 2010 by Pandora Bezarius

Não escolhi por isso. Deus sabe que sou quem mais luto contra! Nego, berro e faço birra; não quero! Eu bem que falei, mas não adiantou… E todos sabem que não suporto, odeio e desgosto. Eis que diante disso, cuspindo e escarrando, mordi a língua e provei do meu veneno. Eu me entalei e ainda não engoli. Eu tento, por conselho, dormir (logo passa) ainda não passou… Digo que odeio, digo que gosto! Contradição, discrepancia! Não foi assim que eu imaginei, não foi assim que eu quis, nem planejei. Juro, não minto, estou a dizer: não minto! Não foi por mal, nem por vontade… Mas acabei me interessando e não descobri a razão, não sei o motivo… Não tem um instante que eu não pense, que eu não lembre e assim me irrito mais e mais. As coisas aconteceram e eu fui negando, meio pêga de surpresa. Aconteceu e agora é tarde de mais… Só preciso deixar estar, apagar… Percebo o quão iludida fiquei, não por querer, mas por sonhar. Não imagino muitas coisas, apenas o enlace de dedos, o encaixe de mãos. Nada grande, algo tolo, meio bobo. Não queria o confronto com a verdade, por isso negei e bati o pé, mas encontro-me dia-a-dia com a contradição; quando meus olhos dizem sim e meus lábios dizem não. E feri não só a mim, fui mais que egoísta, talvez. Não foi assim que eu quis… Na verdade eu nem queria… Eu sinto muito. Sinto sentir… Sinto te dizer…. mas eu me interessei!…