Arquivo para dezembro, 2010

Adeus 2010…

Posted in Sem categoria on dezembro 31, 2010 by Pandora Bezarius

Metas:

  1. Concluir TCC;
  2. Dedicar profissionalmente;
  3. Me formar;
  4. Ir embora de Macapá;
  5. Conseguir me sustentar sozinha;
  6. Viajar para lugares que ainda não conheço;
  7. Conhecer pessoas;
  8. Visitar amigos que não vejo há anos;
  9. Não deixar nada pra depois;
  10. Não me Apaixonar;
  11. Não chorar;
  12. Ser pelo menos feliz;
  13. Cuidar mais da minha saúde;

Que venha 2011!…

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Saudade é só mágoa por ter sido feito tanto estrago…

Posted in Queixumes with tags , , , , , , on dezembro 28, 2010 by Pandora Bezarius

Existem pessoas hipócritas! Pessoas que acham que conseguem deixar o passado pra trás, mas o fato é: NÃO conseguem, somente se enganam tentando enganar os outros. A pior coisa é mentir pra si, dizer que não se importa com o passado. Pessoas assim deveriam… Não vou falar por que não quero que volte pra mim. Mas uma coisa eu aprendi nisso tudo: Não revelar sentimentos; Pessoas são hipócritas; Pessoas não se importam com as outras; Pessoas são egoístas; Pessoas são estúpidas; Pessoas mentem; Pessoas são competitivas; Pessoas são falsas; e por aí vai!

Resumindo… Pessoas sempre irão pisar em você, não importa o que, como.. Sempre pisarão. Demonstrar sentimentos é a pior fraqueza de um ser humano. Homens não prestam e a mulheres muito menos! Mas aqui vai uma regra: O mundo dá muitas voltas… lembre-se.

No mais estou indo embora

Posted in Sem categoria on dezembro 26, 2010 by Pandora Bezarius

“Aqui morre minha paixão!”

Eu disse tudo o que tinha a dizer,

E agora é deixar pra lá!

“Na vida a gente tem que entender, que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri..”

Chega disso!

. Feliz Natal? .

Posted in Sem categoria on dezembro 24, 2010 by Pandora Bezarius

O que ainda sobra dentro de mim? Só um vazio que restou! E eu tenho estado com a mente tão sinlênciosa, que até para escrever meu poemas como Jean Simon, eu nao consigo mais. Quem sabe eu já não tenha aquele sentimento que é tão precioso para os humanos. Quem sabe eu até tenha, mas não o sinta mais?! E nem faço questão. Houve um tempo em que tudo era lindo e quase perfeito (não, eu nunca acreditei na perfeição)… Ele dizia coisas da boca pra fora e aquilo me animava  “Ai quem me dera um Feiz mentira, que fosse uma verdade para mim” (DANTAS, 2010). E por anos eu acreditei cegamente nisso. Até o dia, o feliz dia que descobri o quão infeliz fui. Enfim, eu li “Estou amando de verdade pela primeira vez na vida”. Então tudo bem, se é assim, quem sou eu para contestar? Espero que ele seja muito feliz e agradeço por ter destruído meu coração. Realmente, não me servia mais; estava sempre com defeito, não funcionava direito e parecia faltar uma pecinha. Mas eis que surge você, é então.. você. Tão cheio de si, confiante, seguro, tranquilo e tra lá lá e diferente de tudo, você nunca disse que me amava (não acredito mais nisso), nem que gostava de mim, aliás, até disse “Gosto de você como amiga!” Não que seja ruim, por que eu não acho. Até prefiro desse jeito, mas sabemos que não é assim, nem como amiga, enfim… Você apareceu e confundiu a minha vida, deixou meu “a” de cabeça pra baixo (meu teclado está se desmontando), mas você me deu inspiração, motivação para tentar mudar e me dedicar mais nas coisas que eu faço. E então as coisas ficaram a ser sem graça novamente… e toda vez que leio algo que você escreveu, eu sinto esse ânimo de novo, mas não demora muito que perca a graça mais uma vez… Estou sempre escutando aquelas malditas músicas que me fazem lembrar a ti. A propósito, Feliz Natal!

P.S.: Eu odeio o Natal!

Turn the lights on

Posted in Queixumes with tags , , , , on dezembro 19, 2010 by Pandora Bezarius

Já fazem meses desde que não escrevo algo decente… Já fazem meses desde que meu corpo não se movimenta tão levemente, Que minhas permanas não se movam e meus braços se estendam. Já fazem meses que minha mente anda vazia, o peito pesado com o vácuo. É Até estranho dizer sobre o peso e o vácuo, mas garanto, ele pesa! Há meses meus olhos não permitem lagrimar, até choram com algumas coisas, Mas por outras se recusam e fazem a garganta doer. Há meses em que, pela noite, recosto minha cabeça no travesseiro e imagino sempre uma mesma cena; é noite, um quarto, alguém e um… estrondo. No mesmo travesseiro, se escondem minhas lágrimas. É tão fácil imaginar,E é tão acolhedor, quente… e parece combinar tanto com minhas mãos. Não posso negar que é tentador e o depois já nem me assusta, como se meu peito e minha mente já tivessem se conformado com isso. O estranho é pensar em como as pessoas iriam lidar… Por mais tentador o fenecer me seja, não posso me permitir. E os textos teus me fazem refletir, analisar… uma força que você nem imagina, você me dá…