Arquivo para abril, 2011

Take me home…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , on abril 21, 2011 by Pandora Bezarius

Como que em teatros

E pétalas de vida,

Uma vida doce e querida.
Vícios e tremores
Por grande estrago,
Acalentados de e sorriso
Um sonho doce e preciso.
Desfalece em mãos rígidas
Lábios frios, face lívida:
O Doce amargo “amor”.
Cálido beijo de Adeus,
Partindo ao nada
Ao som dos rogos teus…
Suave abraço da amada,
Amada do amor, da despedida,
Da boemia, esta pérfida magia.
(Jean Simon)
Já se olha o chão e a parede do quarto, vê a grande confusão? Assim não parto. Nem vou fugir, por ser tão louco. Sei tão pouco, para não partir.

Agora eu era o herói…

Posted in Sem categoria with tags , , , on abril 17, 2011 by Pandora Bezarius

Estou pensando simplesmente no vôo do cavalo alado.
Embaixo do travesseiro
Tinha um guerreiro,
Te escondendo assustado,
Do gigante monstro do lago.
Mas, triste, sabia,
Daquilo que o detia,
Era mais forte
Que sua própria morte.
Zangado saiu de lá,
Pegou sua espada de Rá,
Correu alguns metros e logo parou.
Viu a sua frente
Um cavalo doente,
Pronto em seguida, ele o ajudou.

(Jean Simon)

Um dia perfeito…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on abril 10, 2011 by Pandora Bezarius

De um longo sonho eu acordei,
Sentei na cama e ludibrei…
Quem sabe o sonho tenha se repetido,
E naquele momento, tenha me perdido.
Levantei de olhos fechados,
Com a mão no rosto amassado.
Pisei no chão frio e descalço,
E dois passos já tinha cansado.
Há tempos não me perco,
Pelo caminho da noite, nos becos –
Já não sinto a sorte da noite
Nos meus poros e olhos,
como espelhos d’agua e cloro
Eu sinto a fadiga da mente desperta
Dos raios solares em minhas pernas.
Queixo-me há dias,
E já nem sinto a noite fria.
(Pandora B.)

P.S.: O que vejo a frente é distorcido, assim como meu peito destruído.

Who needs love? Not I.

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , , , on abril 5, 2011 by Pandora Bezarius
Em Meio a neblina, a fumaça que minha boca exala,
A brisa fria acalentando docemente os fios de cabelo.
O peito que respira, assim, ofegante… treina sua fala,
Esperando o momento de soltar as palavras sem meio termo..
A lagarta e Ela
De longe e caída,
Andava à sombra distraída.
Beirando a linha
Da loucura que tinha.
Jogada e largada,
Tropeçava a coitada,
No caminho da estrada
Já não se via nada.
O cheiro da velha tinta
Que em sua mãos continha,
Acordava a lagarta,
No seu ombro, esgueirada…
Lá longe ela vinha
….
Tão triste, tristinha,
tinha os pés cansados,
Tinha o peito esmagado.
Mas ainda ela vinha,
Com sua lagarta e uma tinta,
Pintando o caminho
de cores e espinho.
Tão vazio era seu destino,
O escolhido pelo Divino.
Tão seco e efêmero,
Ela acena ao desapego.
Lá longe e caída
Assim ela seguia.

(Jean Simon)

 

P.S.: Fique calada, fique parada. Você sabe, sussurre desesperada para o nada!