Archive for the Versus Pandora's Category

I will wait forever

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , , on fevereiro 24, 2015 by Pandora Bezarius

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Tão simples quando é sua decisão, quando você descobre o que é bom pra si. O que torna difícil são as decisões alheias, justamente àquelas que vão contras as suas e te fazem parar de respirar por um tempo. Apesar da dificuldade, o correto é sempre aceitar a decisão do outro, não é? É tão difícil ser egoísta, às vezes, ser um pouco mais fiel a si próprio. Correr atrás das nossas crenças e identidade. Foi difícil aceitar a sua decisão de simplesmente ir, mas se você precisa se encontrar, então, eu vou manter a porta aberta para você. Espero que te lembres e se recorde da minha porta. Quando voltares, eu espero ter as minhas coisas mais organizadas… No entanto, se quiseres fechar a porta, deixe-me saber, para que eu não te espere em vão.

Meu amor é feito um jardim,

Cheio de flores e cercado de grade.

Teu amor é feito um pássaro assim,

De livre voar pelas tardes.

E foges de minhas flores, do meu amor.

Foges de mim e de terror.

Mas não quero que vá – meu bem.

Quero teu deleito também.

Quero saborear o bater das tuas asas,

A bela cor das tuas penas.

Faz de mim a tua casa,

E do meu amor faz o teu lema.

Mas te enganas que meu amor é prisão!

É um jardim secreto e florido.

A chave te foi dada para abrir o portão…

Ainda que, cheio de rosas, esteja ferido.

(Jean Simon)

Um mundo onde a verdade é o avesso e alegria já não tem mais endereço

Posted in Versus Pandora's with tags , , on maio 25, 2013 by Pandora Bezarius

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Mocinha que finge não ver,
Que fica sentida sem crer…
Tens medo da vida e de viver?

Vida curta, um tanto longa.
Espera, e ainda encontras
Que nada vale temer.

Já se sabe de nada do mundo,
E mesmo que corras ao fundo
Um feixe de luz, terás de ver.

Vem, criança, senta aqui.
Sossega o rostinho para dormir,

Que estes são sonhos a esquecer…

O mundo te prepara um caminho,
Comprido, e Às vezes sozinho.
Mas nada que te não possa sorrir,
Fazer-te corar do júbilo por vir.

Pandora B

Não estou mais pronto…

Posted in Versus Pandora's on agosto 3, 2011 by Pandora Bezarius

Sente ao meu lado,
Olhando calado.
Os olhos que não vêem,
É o peito que não sente.
Calado e espantado
Saia correndo e de lado,
Que já não sei dizer,
Se vale a pena te ver.
Talvez correr resolva,
E partindo devolva
Aquilo que não te pertenceu,
E nem nunca mereceu.
Olhe de longe, bem longe
O que o tempo esconde,
Bem guardado em caixas,
Amarrado em faixas.
Sente ao meu lado
E confesse descarado
O que teus lábios pretendem,
O que tuas mãos espremem.
Não ofegue tristonho Jurando incomodo,

Em não saber o que dizer,
Ou o que deve fazer.
Só saia andando,
Com suas mãos de pano,
Em passos largos
Aumentado o espaço.
Um dia meus lábios dirão,
O que meu peito disse não
De costas virada,
Eu partirei calada
Para não ir em contra-mão,

Em uma outra direção…
(Pandora B.)

I don’t know why …

Posted in Versus Pandora's on junho 3, 2011 by Pandora Bezarius

da noite passada,

a voz entalada,
com o peito partido
e o olho doído.
parti deitada,
rumo ao nada,
rumo ao incerto,
direto ao concreto.
Singela e tremida
a vida vazia,
seguindo encantada
a troco de nada.
tão brusca a batida
da mente caída,
e segue sozinha
a moça sentida
na cama de peito
 abriu o berreiro,
chorava calada
a dor entalada.
os olhos vazavam
o que dentro enterrava
 e a mão sacudia
o vazio que ardia
Já triste e calada,
na cama sentada,
olhando a parede
e o gelo da rede.
a moça tristonha,
sorria enfadonha.
tão seca e instável:
– figura doce e amável.
Quem dirá?
Quem levará?
Apague a luz,
Go back to the cruz;

Além do que se vê…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , , on maio 2, 2011 by Pandora Bezarius

Havia luz, havia sombra.

Havia o rosto que ainda me assombra.
Era terno, um tanto calmo,
Meu amor…
O rosto belo que me encantou
Houve o deleite da carne nua,
Pele fria, macia – carne crua!
O arrepio em ada pêlo…
Houve rendimento do meu desejo,
A paixão na pele lívida a dizer:
– … Sou teu… – Amor
Quero nos teus braços perecer.
Houve o encanto e a sedução,
Houve o rompimento da minha paixão.
Meio carrasco – Bruto – insano, devasso…
Preencho teus lábios com o néctar do meu cansaço.
Houve então, Neste momento, a perdição…
Saio correndo, desvairada, sem direção.
(Pandora B.)

Take me home…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , , on abril 21, 2011 by Pandora Bezarius

Como que em teatros

E pétalas de vida,

Uma vida doce e querida.
Vícios e tremores
Por grande estrago,
Acalentados de e sorriso
Um sonho doce e preciso.
Desfalece em mãos rígidas
Lábios frios, face lívida:
O Doce amargo “amor”.
Cálido beijo de Adeus,
Partindo ao nada
Ao som dos rogos teus…
Suave abraço da amada,
Amada do amor, da despedida,
Da boemia, esta pérfida magia.
(Jean Simon)
Já se olha o chão e a parede do quarto, vê a grande confusão? Assim não parto. Nem vou fugir, por ser tão louco. Sei tão pouco, para não partir.

Um dia perfeito…

Posted in Versus Pandora's with tags , , , on abril 10, 2011 by Pandora Bezarius

De um longo sonho eu acordei,
Sentei na cama e ludibrei…
Quem sabe o sonho tenha se repetido,
E naquele momento, tenha me perdido.
Levantei de olhos fechados,
Com a mão no rosto amassado.
Pisei no chão frio e descalço,
E dois passos já tinha cansado.
Há tempos não me perco,
Pelo caminho da noite, nos becos –
Já não sinto a sorte da noite
Nos meus poros e olhos,
como espelhos d’agua e cloro
Eu sinto a fadiga da mente desperta
Dos raios solares em minhas pernas.
Queixo-me há dias,
E já nem sinto a noite fria.
(Pandora B.)

P.S.: O que vejo a frente é distorcido, assim como meu peito destruído.