Um mundo onde a verdade é o avesso e alegria já não tem mais endereço

Posted in Versus Pandora's with tags , , on maio 25, 2013 by Pandora Bezarius

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Mocinha que finge não ver,
Que fica sentida sem crer…
Tens medo da vida e de viver?

Vida curta, um tanto longa.
Espera, e ainda encontras
Que nada vale temer.

Já se sabe de nada do mundo,
E mesmo que corras ao fundo
Um feixe de luz, terás de ver.

Vem, criança, senta aqui.
Sossega o rostinho para dormir,

Que estes são sonhos a esquecer…

O mundo te prepara um caminho,
Comprido, e Às vezes sozinho.
Mas nada que te não possa sorrir,
Fazer-te corar do júbilo por vir.

Pandora B
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Posted in Sem categoria with tags , , , on maio 19, 2012 by Pandora Bezarius

Revê o ato,

meu jovem rapaz.
Aquele velho sapato,
lhe ensinou o que faz!
Da vida que sabe,
O velho lambeu.
Se ainda está aprendendo
ele ja morreu.
Pois toma termo,
que passado é passado.
Não faça “meio”
que o futuro é ao lado!
(Pandora B.)

Não estou mais pronto…

Posted in Versus Pandora's on agosto 3, 2011 by Pandora Bezarius

Sente ao meu lado,
Olhando calado.
Os olhos que não vêem,
É o peito que não sente.
Calado e espantado
Saia correndo e de lado,
Que já não sei dizer,
Se vale a pena te ver.
Talvez correr resolva,
E partindo devolva
Aquilo que não te pertenceu,
E nem nunca mereceu.
Olhe de longe, bem longe
O que o tempo esconde,
Bem guardado em caixas,
Amarrado em faixas.
Sente ao meu lado
E confesse descarado
O que teus lábios pretendem,
O que tuas mãos espremem.
Não ofegue tristonho Jurando incomodo,

Em não saber o que dizer,
Ou o que deve fazer.
Só saia andando,
Com suas mãos de pano,
Em passos largos
Aumentado o espaço.
Um dia meus lábios dirão,
O que meu peito disse não
De costas virada,
Eu partirei calada
Para não ir em contra-mão,

Em uma outra direção…
(Pandora B.)

I’d give up everything if only for you’re good..

Posted in Sem categoria on julho 5, 2011 by Pandora Bezarius
Chave

Dona de mim, dona do meu ser…
Seus olhos aprisionaram esta alma
Deixando meu peito sem viver.
Dona da minha calma,
E de repente minha raiva insensata.
Às vezes é tão claro,
O modo como você me mata.
Tuas mãos acalentam os meus sonhos,

Sonhos, desejos e paixão,
Mas meus olhos tem estado assim, tristonhos,
Desde que me deixastes na solidão.
Mancebo vivido de outrora,
Das páginas passadas e ainda por vir.
Por que me negastes tua história
Se ainda morro de amores por ti?
(Jean Simon)

Ainda é cedo…

Posted in Queixumes on junho 17, 2011 by Pandora Bezarius

A questão é que eu faria loucuras sem nem que me pedisse. Pegaria um vão iria até longe, até este lugar tão distante. Eu teria coragem de embarcar sozinha, sem malas, nem companhia. Pegaria um ônibus e desceria sem saber onde ir, sem dinheiro. Eu terminaria todas as minhas coisas pendentes neste lugar onde eu estou e depois partir. Correria atrás do que, talvez, pudesse ser especial. Do que em pouco tempo significou mais que 4 anos. Mas esta questão é se valeria a pena. Talvez sim, de todas as formas, sim. Mesmo que ao chegar lá, você diga que não há mais nada e que eu estive errada. Porem, ei, eu sempre estive errada e veja onde cheguei. Sempre disse as coisas erradas, nas horas erradas, nos lugares errado E eu percebo que eu estou no lugar, que a parede tinha que estar lá. Então me diga, valerá a pena? Por que, para mim, já não existe pelo o que valha a pena e ainda sim eu iria até lá.

“Para termos chance no futuro, eu tinha que fazer as pazes com o passado.
E para isso eu precisava de tempo.
Espero estar melhor em um ano, e estar sentada com você lendo esta carta.
Mas se não estou, não é porque não o amo, porque eu o amo.
E não é porque eu não sinto sua falta, porque eu já sinto.
Isso só significa que ainda não estou melhor,
e que essa história ainda não acabou.”

I don’t know why …

Posted in Versus Pandora's on junho 3, 2011 by Pandora Bezarius

da noite passada,

a voz entalada,
com o peito partido
e o olho doído.
parti deitada,
rumo ao nada,
rumo ao incerto,
direto ao concreto.
Singela e tremida
a vida vazia,
seguindo encantada
a troco de nada.
tão brusca a batida
da mente caída,
e segue sozinha
a moça sentida
na cama de peito
 abriu o berreiro,
chorava calada
a dor entalada.
os olhos vazavam
o que dentro enterrava
 e a mão sacudia
o vazio que ardia
Já triste e calada,
na cama sentada,
olhando a parede
e o gelo da rede.
a moça tristonha,
sorria enfadonha.
tão seca e instável:
– figura doce e amável.
Quem dirá?
Quem levará?
Apague a luz,
Go back to the cruz;

Maybe I’m just blind…

Posted in Queixumes with tags , , , on maio 31, 2011 by Pandora Bezarius

Eu ainda me pergunto como eu ainda consigo ser tão estúpida o suficiente para acreditar que eu realmente tenho direito de compartilhar da minha vida com alguém? Como isso ainda me surpreende? Como me surpreende que as coisas não dão certo? Não irão dar certo?! Só sendo Burra para isso. Então a gente nutre aquele maldito sentimento que, finalmente decidimos aceitar. E o que acontece? a mesma história repetida. O que me revolta é saber que procurei fazer certo dessa vez: liberdade, sem pressões. Cansei … mais uma vez. Do que adianta tentar se esforçar, e ir em frente se nessa jornada eu irei caminhar sozinha? Diga-me se vale a pena arriscar? …

So hold me when I’m here
Right me when I’m wrong
Hold me when I’m scared
And love me when I’m gone
Everything I am
And everything in me
Wants to be the one
You wanted me to be
I’ll never let you down
Even if I could
I’d give up everything
If only for your good
So hold me when I’m here
Right me when I’m wrong
You can hold me when I’m scared
You won’t always be there
So love me when I’m gone